Mostrar mensagens com a etiqueta Denúncias. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Denúncias. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Resposta à IGAL




Carta da IGAL

Padrão de um cidadão médio com entendimento comum????

quarta-feira, 27 de agosto de 2008

Queixas à IGAL

Ontem, a CTAD apresentou várias denúncias à Inspecção Geral da Administração da Administração Local (IGAL):




Além das acções acima descritas pretendemos, ainda, encetar diversas outras diligências, entre as quais se prevê o contacto directo com os respectivos órgãos municipais (executivo e deliberativo), em particular com as forças políticas da oposição.

Assembleia Distrital de Viseu




Assembleia Distrital de Vila Real





Assembleia Distrital de Castelo Branco


Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha


Câmara Municipal do Sardoal


Câmara Municipal de Mação


Câmara Municipal de Alpiarça


Câmara Municipal de Almeirim


Câmara Municipal de Vila de Rei


Câmara Municipal de Penamacor


Câmara Municipal do Fundão


segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Comunicação à ANMP


Mais uma denúncia ao SEAAL


terça-feira, 20 de maio de 2008

Inércia chocante




Em 18 de Janeiro de 2005 denunciámos o caso da Assembleia Distrital de Faro. Uma vergonha! Mas que saibamos, ninguém fez nada.
Este foi, aliás, o nosso comunicado que mais indiferença causou e sobre o qual nunca chegámos a receber nem uma única resposta, excepção feita à posição da Assembleia Distrital de Beja que deliberou concordar com a nossa posição.
Mas em que mundo estamos nós?

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Irregularidades nas Assembleias Distritais

Denúncia remetida à IGAL (antes IGAT) e ao Tribunal de Contas, em 08-05-2008, onde são referidos os casos de Castelo Branco, Vila Real e Viseu. A Assembleia Distrital de Faro não foi aqui focada por já ter sido apresentada denúncia (em breve disponibilizaremos o respectivo texto).



quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Notícia no DN de 19-12-07


A notícia é curta, não chegou a merecer atenção suficiente para que fosse feita uma qualquer reportagem mais profunda sobre o assunto (afinal somos poucos e ninguém sabe que existimos), vem inserida, apenas, nas Cartas ao Director (embora se lhe tenha dado destaque)... é pouco, muito pouco, mas melhor que nada!

Respostas à última denúncia

Apesar da gravidade do assunto, e de fazer hoje uma semana sobre a data em que esta Comissão enviou às várias entidades a carta a denunciar a situação da existência dos salários em atraso nas Assembleias Distritais de Castelo Branco e de Vila Real, apenas obtivemos duas respostas:
Do Grupo Parlamentar do CDS/PP e do Gabinete do 1.º Ministro, que endereçou o assunto para o Secretário de Estado (com o qual também nós já contactámos), sendo, contudo, de ressalvar a indicação que é expressa nesta missiva e que passo a citar: «SOLICITA-SE QUE SEJA PROMOVIDA A SUA ANÁLISE, DANDO CONHECIMENTO OS INTERESSADOS DO ANDAMENTO QUE AO ASSUNTO VIER A SER DADO»... esperamos que esta "ordem" seja cumprida e, principalemnte, o assunto resolvido. Já para não dizer que muito gostaríamos que os responsáveis fossem devidamente penalizados.



Convém esclarecer que, dos contactos com a imprensa (local, regional e nacional) apenas fomos contactados pela Rádio Universidade e pela Vila Real TV. Aos restantes órgãos de comunicação, o assunto, pelos vistos, não interessou... palavras para quê?!
E de lamentar é, ainda, o facto de tendo sido contactados, na msma data, todos os Grupos Parlamentares, apenas o do CDS/PP ter confirmado a recepção do nosso comunicado.
Assim como é triste que, quer a Provedoria de Justiça quer a Procuradoria Geral da República, a quem apresentámos queixa, continuem em silêncio, sem confirmar, sequer, a recepção das denúncias.
Tal como é incompreensível que os Sindicatos (SINTAP, STAL, CGTP-IN e UGT) nem se dignem dar uma palavra de apoio aos trabalhadores depois de terem tido conhecimento da situação. Francamente!
Dos autarcas, melhor dizendo, da associação que os representa (a ANMP) este tipo de comportamento (fingir que nada sabem, para nada terem que fazer) já seria de esperar, ou não fossem eles (os dos distritos em causa) os principais culpados por aquilo que se está a passar.